Badaladas
As badaladas
do tempo
são a bravura
de um povo
com o choro
inglório
com o sorriso
dos políticos
os poderosos
fumam charutos
o pobre rói o
pão podre
e arrasta-se
nas lágrimas
no cinismo
de certos canalhas
Eles andam
faustosos
os desgraçados
andam descalços
por entre a
podridão da fome
e sente-se o
cheiro da morte
Pobre gente
esta
carregada com
pedras
e os
grandiosos
cheios de ouro
todo sorridente...
Pedro Valdoy

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